COLUNA DO GP1

Pacientes denunciam falta de energia no Hospital Justino Luz

14/05/2020 19h04 - atualizado 19h05

Os familiares de pacientes do Hospital Regional Justino Luz, em Picos, denunciaram ao GP1 que passaram por uma situação delicada na noite da última terça-feira (12), depois que faltou energia no local e a equipe médica não pode dar continuidade aos atendimentos, tendo em vista que o local não possui gerador.

No mês de fevereiro deste ano, o hospital passou por episódio parecido também no período noturno.

O Hospital Regional Justino Luz é considerado referência na Microrregião de Picos e está atendendo pacientes diagnosticados com a covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus.

Atualmente, a unidade conta com 10 leitos de UTI instalados para o tratamento de casos de covid-19 e 35 leitos clínicos para a doença. Os dados foram repassados durante reunião realizada entre membros do Ministério Público do Estado e da direção do Hospital Regional Justino Luz, através de videoconferência no último dia 06 de maio deste ano.

Outro lado

O GP1 procurou a Fundação Estatal Piauiense de Serviços Hospitalares – FEPISERH – que confirmou a falta de energia e ressaltou que o reparo foi realizado logo pela manhã.

Confira a nota na íntegra:

A Fundação Piauiense de Serviços Hospitalares (FEPISERH) esclarece que o Hospital Regional Justino Luz, em Picos, possui um grupo gerador, mas que na última terça-feira, pela noite, quando ocorreu falta de energia na cidade, houve uma falha técnica em uma das três fases, deixando alguns pontos do hospital sem alimentação de luz.
O reparo foi realizado logo pela manhã e o grupo gerador voltou a funcionar normalmente.

Vale pontuar ainda, que a queda na fase citada acima, não acarretou descontinuação nos atendimentos essenciais, como UTIs.

Aproveitamos para destacar que, nas próximas semanas, o Justino Luz vai operar com um grupo gerador ainda mais potente, faltando apenas ampliar a subestação interna do hospital, serviço que será realizado pela Secretaria de Estado da Saúde; e que houve um retardo na obra por conta da pandemia do novo coronavírus.

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