Brasil

Acusado de matar funcionária do MEC confessa que matou outra mulher

Corpo da funcionária de pizzaria foi encontrado em 12 de junho.

Victória Xavier
Teresina
27/08/2019 16h33 - atualizado 16h36

O homem identificado como Marinésio dos Santos Olinto preso como principal suspeito pelo desaparecimento de Letícia Sousa Curado, 26 anos, confessou ter estrangulado até a morte a advogada e funcionária do Ministério da Educação (MEC) e ainda disse à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) que matou outra mulher, a funcionária de uma pizzaria identificada como Genir Pereira dos Santos, de 47 anos.

De acordo com a delegada da 6ª Delegacia de Polícia de Paranoá, Jane Klébia, o corpo de Genir foi encontrado dez dias depois do desaparecimento que foi registrado dia 2 de junho. O sumiço da mulher foi comunicado pela patroa dela, após a empresária estranhar a ausência da funcionária no trabalho. “O cadáver estava em uma área de mata entre o Paranoá, onde ela trabalhava, e Planaltina, onde morava”, detalhou a delegada.

  • Foto: FacebookLetícia de Sousa Curado e Genir Pereira Letícia de Sousa Curado e Genir Pereira

A Polícia continua apurando se o cozinheiro Marinésio, fingiu ser motorista de transporte pirata para atrair e matar outras mulheres, além de Letícia e Genir Pereira.

O delegado-chefe da 31ª DP (Planaltina), Fabrício Augusto Machado, disse que há a possibilidade de Letícia ter sido abusada sexualmente.

Marinésio foi preso no domingo (25), dois dias depois do desaparecimento de Letícia. Ainda segundo a Polícia Civil, o suspeito levou os investigadores ao local do crime. O cadáver estava dentro de uma manilha perto da fábrica de sementes Pioneer, na DF-250.

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