Teresina - PI

Acusados de matar servidor do TJ do Piauí viram réus na Justiça

A decisão do juiz Washington Luiz Gonçalves Correia, da 8ª Vara Criminal de Teresina, foi dada no dia 28 de setembro.

Wanessa Gommes
Teresina
07/10/2019 06h17 - atualizado 07h17

O juiz Washington Luiz Gonçalves Correia, da 8ª Vara Criminal de Teresina, recebeu denúncia do Ministério Público do Estado do Piauí contra Vinicius Alves da Silva, Maria da Conceição de Sena e Igor Araújo de Souza acusados do crime de latrocínio praticado contra o servidor do TJ-PI, Francisco das Chagas Campelo e Silva, em agosto deste ano. A decisão foi dada no dia 28 de setembro.

O magistrado determinou a citação dos denunciados para responderem à acusação, por escrito, no prazo de 10 dias, na forma do art. 396-A do Código de Processo Penal.

  • Foto: Divulgação/PM-PISuspeito de participar do assalto que terminou com a morte de Chaguinha CampeloSuspeito de participar do assalto que terminou com a morte de Chaguinha Campelo

O crime

O analista judiciário do Tribunal de Justiça do Piauí, identificado como Francisco das Chagas Campelo e Silva, de 54 anos, foi assassinado com dois tiros durante um assalto na noite de 28 de agosto, no bairro Tancredo Neves, zona sudeste de Teresina.

A vítima estava com um amigo em trailer no Tancredo Neves, quando dois bandidos chegaram no local e anunciaram o assalto. Um dos criminosos rendeu o amigo de Francisco das Chagas e ele acabou reagindo ao assalto, sendo alvejado com dois tiros.

  • Foto: Arquivo Pessoal/DivulgaçãoFrancisco das Chagas Campelo e Silva foi morto durante um assaltoFrancisco das Chagas Campelo e Silva foi morto durante um assalto

Após o crime os bandidos pegaram a Hilux da vítima, mas logo depois o veículo parou de funcionar pois tem um sensor de travamento de segurança. Os bandidos então fugiram a pé. A Polícia Militar prendeu no mesmo dia Vinicius Alves da Silva no bairro Morada Nova. Quando os policiais fizeram uma revista no criminoso, encontraram com ele um revólver calibre .32, com seis munições.

O segundo criminoso foi identificado como Ígor Araújo Sousa, que ainda não foi preso e havia saído da Colônia Agrícola Major César, no mesmo dia no crime.

Francisco das Chagas era casado e deixa três filhos. Ele morava no Bela Vista e trabalhava no juizado especial que está localizado no seu bairro.

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