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Caso Neymar: Najila Trindade diz que polícia foi comprada

Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (SINDPESP) e pela Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP) repudiou declaração.

Por  Estadão Conteúdo
11/06/2019 17h14 - atualizado 17h56

Após falar em "polícia comprada", a modelo Najila Trindade foi repudiada pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (SINDPESP) e pela Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP).

A fala de Najila foi exibida pelo canal SBT na noite de segunda-feira. A modelo que acusaNeymar de estupro questionou: "A polícia está comprada, não é, ou não? Estou louca?".

Nesta terça, as associações emitiram nota conjunta. Veja abaixo:

"O Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (SINDPESP) e a Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP) vêm a público repudiar veementemente a afirmação feita pela Srta. Najila Trindade de que a polícia estaria “comprada”.

Antes de mais nada, reafirmamos nossa solidariedade a toda e qualquer vítima de violência de gênero e o compromisso da Polícia Civil do Estado de SP em combater com rigor este tipo de crime. Todavia, não podemos tolerar que afirmações sem qualquer fundamento venham macular a honra de policiais e a imagem de toda uma instituição.

Com mais de 100 anos de história, a Polícia Civil de São Paulo é um órgão respeitado e que possui em seu quadro servidores competentes que desenvolvem seu trabalho com seriedade, comprometimento e respeito máximo às normas legais vigentes.

Toda investigação realizada pela Polícia Civil é inequivocamente regida pelos princípios da isenção e imparcialidade, e seu único compromisso é com a busca pela verdade. A Polícia Judiciária se mantém firme em seu caráter investigativo, que exige independência absoluta em sua atuação.

Reafirmamos, assim, nossa estrita confiança no trabalho da delegada de polícia que preside a investigação, na equipe do Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt (IIRGD) – referência nacional em identificação digital –, bem como nos demais policiais civis que nela labutam, com a certeza de que a Polícia Civil bandeirante seguirá prestando um serviço responsável, ético e de qualidade à sociedade."

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