Eleições 2018

Cida Santiago afirma que PHS pode apoiar Wellington Dias

“O PHS está conversando com todos os majoritários, o governador nos chamou para também fazermos esse diálogo, mas não se esgotou ainda esse diálogo com todos os outros [do partido]", afirmou Cida.

Brunno Suênio
Teresina
Germana Chaves
Teresina
Bárbara Rodrigues
Teresina
03/08/2018 12h32 - atualizado 16h26

A vereadora Cida Santiago afirmou ao GP1 na manhã desta sexta-feira (03), que o PHS, partido que está colocado, neste momento, no grupo que defende a candidatura de Elmano Férrer ao Governo, ainda pode vir a apoiar a chapa majoritária de Wellington Dias. Isso porque o presidente do partido, Tiago Vasconcelos, esteve reunido com o governador hoje e há chances de o PHS apoiá-lo, deixando o partido livre, no entanto, na esfera proporcional.

“O PHS está conversando com todos os majoritários, o governador nos chamou para também fazermos esse diálogo, mas não se esgotou ainda esse diálogo com todos os outros [do partido]. Então é necessário que a gente tome uma decisão acertada, e a gente ainda não tem essa definição. A definição é justamente a proporcional”, frisou.

  • Foto: Lucas Dias/GP1Cida Santiago (PHS)Cida Santiago (PHS)

A vereadora deixou claro ainda que, caso o PHS decida ficar com Wellington Dias e defender a chapa majoritária, isso não iria interferir na atuação do partido da esfera proporcional. Dessa forma, os candidatos ficaram livres para compor o grupo da Resistência, aliado ao Elmano Férrer (Podemos). A decisão final deverá ser anunciada até às 18h.

“Isso pode acontecer! Então nós estaremos vendo o que é melhor para todos esses partidos, aonde há essa possibilidade de nós termos eleitos pelo menos quatro deputados estaduais e um federal”, acrescentou.

Encontro com Wellington Dias

Em entrevista ao GP1, Tiago Vasconcelos confirmou o diálogo com o governador Wellington Dias, que fez um apelo ao PHS para manter a aliança que havia desde o início do seu governo. No entanto, apesar do pedido de Wellington, o pleito será levado aos integrantes do partido, que deverão se manter ou não com o governador.

“Ele foi colocar a alternativa de aliança, o que poderia ser possibilitado ao PHS. Nós ouvimos, mas é uma decisão que o partido toma em conjunto. Há uma discussão no grupo dos partidos e nós temos um compromisso, nós fazemos o que os nossos pré-candidatos aceitarem. É o que eu sempre disse, nossa prioridade foi sempre manter a aliança com esse grupo de partidos [emergentes]”, finalizou.