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Confira as últimas publicações do jornalista Paulo Henrique Amorim

O GP1 reuniu uma série de publicações feitas pelo jornalista nos dias que antecederam sua morte. Paulo Henrique Amorim utilizava o perfil ‘Conversa afiada’ no Instagram, Facebook e Twitter.

Andressa Martins
Teresina
10/07/2019 11h10 - atualizado 12h51

O jornalista Paulo Henrique Amorim, conhecido pelo bordão ‘Olá, tudo bem?’, faleceu na madrugada desta quarta-feira (10) vítima de um infarto fulminante. Após o início do Governo Bolsonaro, o jornalista passou a fazer fortes críticas à equipe presidencial por meio das redes sociais.

O GP1 reuniu uma série de publicações feitas pelo jornalista nos dias que antecederam sua morte. Paulo Henrique Amorim utilizava o perfil ‘Conversa afiada’ no Instagram, Facebook e Twitter.

Trabalho infantil

A última publicação feita em vida pelo jornalista foi sobre a polêmica acerca do trabalho infantil. Em resposta à máxima de Jair Bolsonaro, que acredita que “o trabalho dignifica o homem e a mulher, não interessa a idade”, o jornalista publicou uma charge mostrando o trabalho em diferentes contextos sociais.

Reforma da previdência

Sobre a polêmica da reforma da Previdência, Paulo Henrique Amorim escreveu: “Sou contra a reforma da previdência porque não sou militar, nem magistrado, nem político, nem rico e nem burro!”.

Sérgio Moro

Outro alvo constante de críticas do jornalista era o ministro Sérgio Moro. Com um meme, Paulo Henrique Amorim citou os áudios atribuídos a Moro pelo The Intercept. Em outra publicação o jornalista mostra uma ilustração da cabeça do ministro separada do corpo para falar de seu afastamento do ministério.

“Moro tira uma semana de "licença" da Vaza Jato. Ministério assegura que não é por causa da Lava Jato!”, escreveu. Em outra publicação Amorim faz menção à ida de Moro ao jogo do Brasil no Maracanã.

Bandeira vermelha

Paulo Henrique Amorim também escreveu que a bandeira do Brasil já era vermelha “de sangue dos indígenas massacrados” e de “pessoas que foram sumariamente executadas pelas polícias ou milícias que agem em nome das ‘pessoas de bem’”.

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