Ribeiro Gonçalves - PI

Ex-prefeito Agamenon Pinheiro rebate acusações do MPF

De acordo com o ex-prefeito Agamenon, todos os pontos elencados pelo Ministério Público Federal foram devidamente apresentados pela defesa, rebatendo as acusações imputadas.

Brunno Suênio
Teresina
06/12/2019 15h26 - atualizado 15h31

O ex-prefeito de Ribeiro Gonçalves, Agamenon Pinheiro Franco, comentou a matéria intitulada “MPF pede bloqueio dos bens do ex-prefeito Agamenon e empresários” e afirmou durante entrevista ao GP1, na manhã desta sexta-feira (06), que já apresentou defesa sobre a denúncia do Ministério Público Federal, rebatendo todas as irregularidades citadas na ação.

De acordo com o ex-prefeito Agamenon, todos os pontos elencados pelo Ministério Público Federal foram devidamente apresentados pela defesa: “Primeiro, o Ministério Público acusa de aplicação irregular dos recursos do Fundeb e da Saúde. Nós já reunimos todas as provas, entregamos na nossa defesa mostrando que isso não aconteceu, as aplicações foram feitas dentro da regularidade, inclusive, com as contas de gestão aprovadas pelo TCE. Segundo, o Ministério Público acusa contratações sem licitação de quatro empresas para quatro serviços diferentes. Já reunimos as provas, mostrando que todas essas contratações foram feitas, através do devido processo licitatório e também já foram aprovadas pelo TCE”, destacou.

  • Foto: Lucas Dias/GP1Agamenon Pinheiro, Prefeito de Ribeiro Gonçalves Agamenon Pinheiro, Prefeito de Ribeiro Gonçalves

Em resposta à acusação de contratação de servidor sem concurso público, o ex-prefeito ressaltou que o último concurso realizado ainda na gestão anterior estava sub judice, impossibilitando a realização de um novo certame para contratação de professores. Dessa forma, o TCE orientou que fosse realizado processo seletivo. “Além da fiscalização da carga horária dos médicos, nós também já reunimos provas e apresentamos defesa quanto a isso”, pontuou.

Por fim, o ex-prefeito Agamenon esclareceu que todas as contas de 2009 a 2016 foram aprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado e que diante o pedido de bloqueio de bens feito pelo MPF, resta mais uma vez apresentar sua defesa quanto aos pontos abordados na ação.

“A gente acha estranho esse pedido do Ministério Público, mas a gente entende que a função dele é essa de investigar a fiscalizar. Cabe a nossa parte nos defender de acordo com a lei, é o que a gente busca e continua fazendo. A gente segue com a consciência tranquila de que durante toda nossa vida nós temos procurado seguir o cumprimento da lei e da regularidade fiscal. Então a gente confia na justiça divina e na justiça dos homens”, finalizou.

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