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Idosos são maioria no atendimento de urgência em casa no Piauí

Em Teresina, o cenário também é parecido. Cerca de 3,1% da população realizou práticas integrativas complementares, sendo que a maior proporção foi entre idosos (4,2%).

Davi Fernandes
Teresina
07/09/2020 15h09 - atualizado 15h09

A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontou que apenas 1,6% dos piauienses receberam atendimento de urgência em domicílio, de acordo com a PNS 2019. Dentre esses, o grupo de idade que relatou em maior proporção ter necessitado do atendimento foi o das pessoas com 60 anos ou mais (2,6%).

No Brasil, foi verificada situação semelhante: 2,3% das pessoas receberam atendimento de urgência em domicílio, sendo que a maior proporção também foi entre idosos (4,2%). A mesma tendência foi registrada em Teresina, onde 0,9% da população utilizou o serviço e a maior proporção foi entre as pessoas com 60 anos ou mais (2,2%).

O grupo de pessoas idosas também foi o que mais afirmou ter utilizado práticas integrativas complementares para prevenir ou tratar doenças. Acupuntura, Hemeopatia, Meditação e Yoga são exemplos dessas práticas.

Cerca de 4,3% da população piauiense utilizou alguma prática integrativa complementar. A maior proporção foi no grupo das pessoas com 60 anos ou mais (7,2%) e no das pessoas com ensino superior completo (9,8%).

O estado segue a tendência verificada em todo o país, cuja média de 4,7% da população realizou alguma prática integrativa complementar. Os idosos também possuem a maior proporção no Brasil (6,5%) e as pessoas com ensino superior completo (11,1%).

Em Teresina, o cenário também é parecido. Cerca de 3,1% da população realizou práticas integrativas complementares, sendo que a maior proporção foi entre idosos (4,2%) e entre as pessoas com ensino superior completo (10,1%).

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