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João Mádison diz que partidos devem ter apenas uma vaga na chapa governista

“Numa coligação desse tamanho nenhum partido pode indicar duas pessoas. Não existe isso. Eu sou contra, tem que ser dividido”, disparou Mádison.

Germana Chaves
Teresina
13/06/2018 11h30 - atualizado 11h30

O deputado estadual João Mádison Nogueira (MDB) criticou com austeridade a possibilidade de um único partido ocupar mais de dois espaços na chapa do governador Wellington Dias (PT), como tem sido cogitado pelo Progressistas e pelo PT.

O emedebista deu destaque a amplitude da base governista e defendeu que os espaços majoritários disponíveis sejam rateados entre os coligados. “Numa coligação desse tamanho nenhum partido pode indicar duas pessoas. Não existe isso. Eu sou contra, tem que ser dividido”, disparou Mádison.

  • Foto: Lucas Dias/GP1João MadisonJoão Madison

O Progressistas já está assegurado na chapa com a presença do senador Ciro Nogueira Filho, mas, também luta para que a vaga de vice continue com Margarete Coelho que também é filiada ao partido.

A mesma situação se repete com o PT. O partido não quer apenas a vaga de governador de Wellington Dias, tanto que trabalha para garantir que a senadora Regina Sousa siga na chapa e tente a reeleição.

Reação

Como era esperado, os demais coligados reagiram diante dos interesses dos dois partidos. Eles alegam que não é justo apenas PT e Progressistas ocuparem as principais vagas majoritárias da chapa. PSD e PDT, por exemplo, estão na ‘briga’ pelo Senado. No caso da vice, MDB, PTB e Progressistas, atual detentor do espaço, seguem no páreo.

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