Teresina - PI

PM's têm prisões preventivas decretadas após roubo no BNB

A informação foi confirmada pelo subcomandante da PM, coronel Lindomar Castilho.

Brunno Suênio
Teresina
21/12/2017 16h59 - atualizado 17h01

Os dois policiais militares do 5º Batalhão da Polícia Militar do Piauí, presos após o sumiço de R$ 300 mil do Banco do Nordeste, tiveram prisão preventiva decretada, nessa quarta-feira (20), e foram transferidos para o presídio militar. A informação foi confirmada pelo subcomandante da PM, coronel Lindomar Castilho.

“Foi decretada ontem pelo juiz Luiz Moura, da Central de Inquéritos”, afirmou o coronel que completou informando que os policiais foram transferidos ainda ontem para o presídio militar.

  • Foto: Lucas Dias/GP1Lindomar CastilhoLindomar Castilho

Ainda segundo o coronel, o comandante e subcomandante do 5º BPM, major Flávio Pessoa e major Nivaldo, continuarão afastados até o fim das investigações. Os policiais presos não tiveram os nomes revelados.

Entenda o caso

Na última terça-feira (19), a tesoureira do Banco do Nordeste, Marlene Portela, foi sequestrada e sua família foi feita refém. A bancária foi abordada na porta de casa, no bairro Aeroporto, na zona norte da capital, e levada para a agência bancária, da Avenida João XXIII, enquanto seus familiares foram feitos reféns.

Os reféns foram liberados na estrada da Santa Teresa. Ninguém ficou ferido.

O suspeito que estava com a vítima foi preso com uma cesta cheia de dinheiro. Os outros comparsas, que o esperavam dentro de um carro, modelo Nissan Versa, de cor cinza, conseguiram fugir.

Ainda na noite do crime, os dois policiais foram presos, por medida disciplinar e administrativa, na Corregedoria da PM, após cometerem erros no procedimento da ocorrência sobre a tentativa de assalto ao banco.

  • Foto: Lucas Dias/GP1Major PessoaMajor Pessoa

No dia seguinte, o comandante e subcomandante do 5º BPM, major Flávio Pessoa e major Nivaldo, foram afastados após decisão conjunta do Comando Geral da Polícia Militar do Piauí.

Os motivos do afastamento foram os mesmos da prisão dos dois policiais do 5º Batalhão, que estavam sob responsabilidade do Major Pessoa.