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Pneumonia ocasionou morte de grávida na Evangelina Rosa, diz laudo

De acordo com o prontuário médico, a paciente apresentava insuficiência respiratória, que evoluiu para morte por pneumonia e septicemia, em decorrência de patologias pré-existentes.

Liane Cardoso
Teresina
17/12/2019 15h58 - atualizado 17h41

A Maternidade Dona Evangelina Rosa divulgou uma nota de esclarecimento sobre o caso da jovem grávida de 6 meses, que veio a óbito na última sexta-feira (13). A paciente deu entrada na instituição na quarta-feira (11), proveniente da Unidade de Saúde Oséias Sampaio, localizada no bairro Matadouro, zona norte de Teresina.

Inicialmente, havia suspeita que a jovem teria vindo a óbito em consequência de um suposto espancamento, visto que a vítima apresentava escoriações pelo corpo. No entanto, de acordo com o prontuário médico, a paciente apresentava insuficiência respiratória, que evoluiu para morte por pneumonia e septicemia, em decorrência de patologias pré-existentes.

Ainda de acordo com o comunicado, a situação da jovem identificada pelas iniciais C.S.S foi agravada por causa do consumo de substâncias tóxicas, não sendo estas especificadas.

A nota ressalta também que cabe à polícia ou à Unidade de Saúde que fez o atendimento inicial, esclarecer o que realmente ocorreu com a gestante antes de ter dado entrada na maternidade.

Confira a nota na íntegra

A Assessoria de Comunicação da Maternidade Dona Evangelina Rosa (MDER) esclarece que a paciente de iniciais C.S.S deu entrada nesta Instituição no dia 11/12/2019, proveniente da Unidade de Saúde Oséias Sampaio, no bairro Matadouro, segundo consta nos prontuários emitidos pelo SAMU.

Em princípio, havia suspeita de que a jovem teria vindo a óbito no dia 13/12 em consequência de suposto espancamento, já que a paciente apresentava escoriações pelo corpo. No entanto, com a avaliação da mesma, e de acordo com o prontuário médico, a paciente apresentava insuficiência respiratória, que evoluiu para morte por pneumonia e septicemia, em decorrência de patologias pré-existentes. A situação da jovem foi agravada pelo consumo de substâncias tóxicas.

Ressaltamos que cabe à polícia ou à Unidade de Saúde que fez o atendimento inicial, esclarecer o que realmente ocorreu com a gestante antes de ter dado entrada na Maternidade.

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