Teresina - PI

Sílvio Mendes não descarta possibilidade de se filiar ao PSD

O ex-prefeito afirmou que ainda não recebeu convite formal do partido, mas não descartou a possibilidade de diálogo, visto que possui uma estreita relação com o deputado federal Júlio César.

Brunno Suênio
Teresina
04/01/2020 17h00 - atualizado 17h13

O ex-prefeito Sílvio Mendes é um dos nomes mais citados nas conversas sobre as eleições majoritárias de Teresina neste ano. Recentemente, vem circulando nos corredores da política local o desejo do PSD em tê-lo em suas fileiras. O GP1 conversou com Sílvio sobre essa possibilidade.

O ex-prefeito afirmou que ainda não recebeu convite formal do partido, mas não descartou a possibilidade de diálogo, visto que possui uma estreita relação com o deputado federal Júlio César, presidente estadual da sigla no Piauí.

  • Foto: Alef Leão/GP1Sílvio MendesSílvio Mendes

“O Júlio César é meu amigo pessoal desde o Liceu Piauiense, quando estudamos lá. Então é uma amizade de 50 anos, meio século. Tenho ele como um dos melhores deputados federais do Brasil, porque além de ele ser inteligente, é um municipalista por convicção, tem ajudado os municípios do Brasil inteiro. Ainda não teve convite dele. Teve no passado, quando ele assumiu o partido. Fico feliz com essa ideia, mas não tem nenhum convite, nenhum contato foi feito”, declarou.

Sílvio ressaltou que Júlio César foi o parlamentar que mais ajudou a cidade de Teresina na época de sua gestão enquanto prefeito. “Sou grato a ele. Ele, por exemplo, conseguiu através de uma ação judicial que o Tribunal de Contas da União aumentasse o percentual do fundo de participação de Teresina quando fui prefeito. O Júlio é uma pessoa da minha estima”, destacou.

  • Foto: Lucas Dias/GP1Júlio CésarDeputado Júlio César

Por fim, em meio a tantas possibilidades, Sílvio Mendes faz questão de deixar claro que as eleições municipais não são prioridade. “Por mais importante que seja, tenho outras atividades, acho que esse ciclo foi concluído quando deixei a prefeitura, quando perdi a eleição para o Governo do Estado por não concordar com a forma de gestão do Estado, como não concordo hoje. Então, a atividade política é muito dinâmica, mas tem muita água para correr”, concluiu.

Com colaboração da repórter Thais Guimarães para o GP1.

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