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Uber diz que motorista acusado de homicídio em Pedro II foi banido

Em nota, Uber afirma que a empresa não tolera nenhum comportamento criminoso e que o motorista foi banido da plataforma no momento em que a denúncia foi realizada.

Érica Santos
Teresina
13/01/2019 09h29 - atualizado 15h51

A empresa Uber encaminhou ao GP1 uma nota de esclarecimento referente a matéria intitulada “Acusado de homicídio é preso na zona leste de Teresina”, que foi publicada na sexta-feira (11).

A empresa se posicionou sobre a prisão do motorista do aplicativo, Francisco Deonas Pereira Nunes, capturado pela polícia no bairro Anitta Ferraz e que é suspeito de homicídio na cidade de Pedro II no primeiro semestre de 2018.

Em nota, Uber afirma que a empresa não tolera nenhum comportamento criminoso e que o motorista foi banido da plataforma no momento em que a denúncia foi realizada. A Uber disse ainda que está à disposição para colaborar com as autoridades.

Neste sábado (12), o advogado do preso enviou uma nota, onde afirma que que a polícia não concluiu a investigação e que no momento não há acusação ou denúncia do Ministério Público contra o seu cliente.

Entenda o caso

Nesta sexta-feira (11), a Divisão de Operações Especiais (D.O.E), da Polícia Civil, com apoio da Delegacia de Pedro II capturou por volta de 6h, um homem identificado como Francisco Deomas Pereira Nunes, no bairro Conjunto Tabajaras, localizado no bairro Anita Ferraz, zona leste de Teresina.

De acordo com a Polícia Civil, Francisco trabalhava atualmente como motorista de aplicativo, residia em Altos e Teresina e já estava sendo procurado pela Justiça. Francisco é acusado de assassinar um jovem no primeiro semestre de 2018 na cidade de Pedro II.

Confira a nota do Uber na íntegra

A Uber não tolera nenhum comportamento criminoso. O motorista foi banido da plataforma assim que a denúncia foi feita, enquanto aguardamos pelas investigações.

A empresa está sempre à disposição para colaborar com as autoridades no curso de investigações ou processos judiciais, nos termos da lei. Todas as viagens são registradas por GPS. Isso permite que, em caso de necessidade, nossa equipe especializada possa dar suporte, sabendo quem foi o motorista parceiro e o usuário, seus históricos e qual o trajeto realizado.

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