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Zé Filho afirma que não tem motivos para deixar o PSDB

“Eu estou no partido, eu não tenho motivos para sair até porque não tem eleição. Eleição é ano que vem. Quem tem tempo, tem prazo", revelou Zé Filho.

Jonas Carvalho
Teresina
Germana Chaves
Teresina
15/07/2019 06h18 - atualizado 06h21

Em entrevista ao GP1 no sábado (13), o presidente da Federação das Indústrias do Piauí, o ex-governador Zé Filho (PSDB), afirmou que vai permanecer no PSDB nas eleições de 2020. Compondo a base governista no litoral parnaibano, ele afirmou que não tem motivos para deixar a sigla e espera o prazo correto para o início dos debates eleitorais.

“Eu estou no partido, eu não tenho motivos para sair, até porque não tem eleição. Eleição é ano que vem. Quem tem tempo, tem prazo. Eu estou no PSDB, mas a gente só vai analisar isso quando a gente for vendo como é que vai sendo formado esse quebra-cabeça. Isso só vai começar no ano que vem”, disse Zé Filho.

  • Foto: Helio Alef/GP1Zé FilhoZé Filho

Esperando uma resolução para o ‘quebra-cabeça’ das eleições municipais, o ex-governador do Piauí disse ainda que as tratativas políticas em ano ímpar são ‘especulações’.

“Tudo que se fala hoje é especulação. Em política, o que a gente fala hoje, amanhã já está tudo diferente. Então, eu acho que em política só será tudo discutido realmente, de verdade, a partir do próximo ano. Nós só vamos falar de política em 2020, eleição só é ano que vem e a gente vai falar quando chegar a época certa”, completou.

Planos para 2022

Em outra entrevista concedida ao GP1 no mês de abril desse ano, o ex-governador revelou o desejo de concorrer ao cargo de deputado, mas, explicou que ainda não decidiu se o pleito será na Câmara Federal ou na Assembleia Legislativa do Piauí.

“Tenho planos de sair candidato a deputado estadual ou federal. Até lá sigo trabalhando na FIEPI”, disse Zé Filho em um trecho da entrevista.

Cabe acrescentar que em 2018 ele disputou uma vaga na Assembleia Legislativa do Piauí e, apesar de ter conquistado quase 30 mil votos, não se eleger por conta da legenda ficando como primeiro suplente da coligação composta pelo PSDB, PSB e DEM.

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